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ENTREGUE SEU VOTO, NUNCA O SEU CORAÇÃO.

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Infelizmente, em nossa “democracia” existem fatores de manipulação que subsistem ao longo dos anos e interferem coercitivamente sobre a “preferência” do eleitor. Compra e venda de votos, boca de urna, falsas alianças, oposições fingidas, nepotismo, coronelismo, cabresto, assistencialismo, currais eleitorais, doutrinação ideológica, culto à personalidade e fake news são algumas das muitas condutas comuns à cultura política brasileira. Não é preciso explicar que você como cristão não pode se amalgamar com as mesmas, antes precisa denunciá-las como obras infrutíferas das trevas.   “ Não participem das obras infrutíferas das trevas; antes, exponham-nas à luz. Porque aquilo que eles fazem em oculto, até mencionar é vergonhoso. Mas, tudo o que é exposto pela luz torna-se visível, pois a luz torna visíveis todas as coisas.   Por isso é que foi dito: "Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti". (Ef. 5:11 a 14). Denunciar as obras infrut...

O QUE FUNDAMENTA MEU VOTO

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1º. Princípios bíblicos. As verdades inspiradas por Deus têm sido as lentes com as quais busco tomar decisões e enxergar o mundo. O Evangelho de Jesus Cristo é maior do que qualquer ideologia gestada pelo homem. 2º. A consciência de que nenhum político me representa como pessoa . Esse entendimento protege de paixões partidárias capazes de elevar homens corruptíveis à posição de ídolos e impede de considerar divergentes como inimigos. Entregar sua total confiança a um pecador, seja ele quem for, nunca será um gesto de sabedoria (Jr. 17:5). A minha opção sempre será no “menos pior”. E independente de quem vença, esse terá minhas orações para que faça um bom governo, mas nunca será digno de minha adoração. 3º. O critério da competência. Não é preciso ser “cristão” para ter o meu voto, mas é necessário mostrar um mínimo de competência. Ser parente, conterrâneo, membro de igreja ou colega de profissão não são critérios fundamentais. Entendo que política se faz com a razão, não com o co...

Ano novo: qual o sentido?

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Existem celebrações da vida em sociedade que oportunizam a reflexão sobre o sentido de nossa existência. Pensar as muitas recorrências sob as quais nos movemos e existimos nos faz bem, pois quando observadas atentamente, desvelam valores e intenções que explicam as razões que nos arrancam da cama diariamente. As muitas decisões e ações repetidas mostram o que está no comando do nosso coração, quem governa nossas almas, para quem existimos. E quando pensamos sobre os “porquês” de nossa existência, é inegável que as circunstâncias que mais impactam nossa autoanálise são as que circundam a previsível, mas inaceitável morte. Com certeza, você já ouviu falar sobre o famoso “filme da vida” que “passa na cabeça” de quem esteve próximo ao fim da linha. Nele são projetadas cenas do passado e também imagens de pessoas que amamos. Ele evidencia o medo de ruptura com este mundo e a insegurança que muitos têm sobre o que acontece após o último suspiro. Isso dá porque nenhum ser humano emocionalment...

O Geógrafo

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Em o “Pequeno Príncipe”, Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944) provoca o leitor a pensar sobre o sentido da vida humana. Por meio de diálogos entre uma criança e vários adultos, o autor descreve tipos humanos habitando em diferentes planetas. Entre as pessoas visitadas pelo garoto, chama-me a atenção a figura do Geógrafo. Esse personagem é descrito como alguém preso ao conforto de seu próprio mundo, apenas anotando experiências de outros, sem nunca sequer escalar uma pequena colina. Ele engana a si mesmo, afirma-se um profundo conhecedor do relevo de seu planeta, mas na verdade vive limitado a seu pequeno mundinho. A percepção de Saint-Exupéry leva-nos a pensar sobre as muitas vezes em que compreendemos intelectualmente uma teoria, um texto, um princípio, mas não conseguimos traduzi-los para o cotidiano da vida, a esfera das pequenas ações, o campo dos relacionamentos. É quando sabemos ler, interpretar, falar, escrever, mas não viver, conviver, amar. Também são notórias as muitas ideias...

CONSCIENTIZAÇÃO CULTURAL NA PRÁTICA MISSIONÁRIA DA IGREJA

CADA CRISTÃO, UM MISSIONÁRIO Para esse primeiro momento, gostaríamos de pensar sobre a importância da conscientização cultural para a prática missionária da igreja de Cristo. E para iniciar, quero chamar a atenção para a verdade de que cada cristão é chamado para ser um missionário . Sproul nos lembra que o primeiro movimento missionário de expansão se deu como resultado de uma perseguição acontecida após o martírio de Estevão, registrado em Atos, capítulo 7. No capítulo 8, o evangelista Lucas registra que foram os cristãos dispersos quem difundiram a mensagem do Evangelho quando se espalharam ou retornaram aos seus lugares de origem após o Pentecostes. Ou seja, foram cristãos comuns e não apenas os 12 apóstolos que tornaram o Evangelho de Jesus conhecido em seu mundo! Pensando assim, Sproul chama a atenção para a visão equivocada de considerar como missionários apenas àqueles plantadores de igrejas sustentados financeiramente. Ele explora a analogia de um jogo para dizer que no c...

Olhai as aves...

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Cuide de sua Família!

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Olhe para a natureza que Deus criou. Veja como e onde os pássaros fazem seus ninhos a fim de protegerem seus filhotes do frio, ventos, sol ou chuva; perceba como os defendem com a própria vida quando predadores ameaçam a segurança do seu espaço; vejam que no regurgitar renunciam aquilo que está no seu estômago para o alimento da prole; de várias maneiras ensinam o canto, o voo, a vigilância. Tudo programado por Deus. A natureza revela em muito de sua dinâmica, o cuidado do Criador e também o que devemos ter com a nossa própria família. Cuidar implica em proteger, prover e educar. Proteger das más amizades, dos vícios e de ideologias que adocem a mente e o coração; prover as necessidades físicas como o alimento, as roupas e o lugar de habitação, mas também as emocionais como o carinho, o afeto, o respeito, a estima, a atenção. Cuidar também implica em educar, em plantar valores que criarão raízes e no devido tempo produzirão frutos de honra e alegria a quem lançou as sementes...