4 de outubro de 2018

Uma palavra aos cristãos sobre a Eleição Presidencial: Em quem podemos apostar?



Não existem incorruptos na política. Todos são inclinados a satisfazerem suas próprias vontades ou a se amalgamarem aos interesses de seu grupo, partido ou ideologia. Isso se explica na natureza humana corrompida pelo pecado, decaída, visceral. Como está escrito: “não há um justo, nem sequer um” (Rm. 3:10). No fundo, os belos discursos eleitorais são retóricos e escondem diferentes níveis de interesses pelo poder. A cada pleito, o político brasileiro reforça a comum prática de apresentar propostas sedutoras, algumas utópicas, outras suscetíveis ao esquecimento, para somente depois de eleito manifestar suas verdadeiras intenções. Alguns até se esforçam em inovar nas estratégias de campanha, mas quando adentram as portas dos palácios poucos resistem às iguarias do rei ou conseguem romper com essa estrutura corrompida.
E quando se pondera sobre o contextual atual, é perceptível o jogo sujo no tabuleiro da política brasileira, desde os mais altos escalões aos cabos eleitorais favorecidos ou apaixonados. A implantação da cultura da difamação e da calúnia é uma estratégia que se repete. Existe uma fábrica de mentiras que inocentes úteis replicam, como se a maledicência contra um candidato a cargo público não fosse pecado contra os homens e contra Deus. Outros farejam o histórico de vida dos “adversários” como uma hiena a procura de sangue e carniça. Seguindo bem os rastros, sempre se encontrá deméritos, seja no histórico moral, familiar, econômico e, especialmente, político. Acreditar que exista candidato com a alma limpa neste pleito presidencial é ingenuidade. Trapos de imundície evidenciam-se, ora em discursos extremistas, ora em projetos de dominação e escândalos imensuráveis de corrupção. Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm. 3:23). Mas ainda há esperança: o arrependimento. “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia” (Pv. 28:13).
A estigmatização tem sido outra manobra ardilosa presente nas redes sociais e em conversas informais. Estigmatizar é generalizar o caráter de uma pessoa com base em uma ideia ou posição defendida. É afirmar que “evangélico vota somente em evangélico”, “professor em professor”, “mulher em mulher”, “negro em negro”, “índio em índio” e quem fugir dessa lógica imposta é porque não tem caráter, inteligência ou fé. Alguns até reproduzem rótulos ofensivos por estarem seduzidos pelo encanto de correntes políticas, ideologias e projetos nefastos que alimentam partidos e candidatos. Essa reprodução é o resultado da doutrinação que acontece de forma sutil ou escancarada, promovida por militantes em diferentes esferas, especialmente midiática e educacional. E quanto àqueles que conscientemente, mesmo se dizendo cristãos, apoiam correntes de pensamentos ofensivas a fé? Que o Espírito Santo os convença do pecado, da justiça e do juízo. Que aja amor para com os confusos e neófitos no Caminho.
Apenas a tomada de consciência de todo esse jogo evitará o cristão de cultuar ídolos e fabricar mitos. A história mostra que nunca foi prudente nem espiritual ter candidatos ou partidos de estimação, de maneira a ignorar distorções e falcatruas. Nunca foi sábio fazer de uma figura meramente humana fonte de felicidade. Como pregava o profeta Jeremias: “Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR!" (17:5). Nenhum cristão se verá representado em um sujeito que se aconselha docilmente com um julgado, condenado e preso devido ao maior esquema de corrupção brasileira, nem em outro com um histórico de discursos radicais e ofensivos a diferentes classes. “Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja confiança é o Senhor” (Jr. 17:7).
E agora, como viveremos? Ficaremos isentos, passivos, inertes? Definitivamente não! A nossa dupla cidadania implica em escolhas para este mundo. Estas não devem ser guiadas nem alimentadas pelo culto à personalidade de ninguém, mas sim por valores que se aproximam dos princípios do Reino. E é óbvio que neste pleito não encontraremos quem encarne plenamente as verdades bíblicas e doutrinas cristãs. Teremos então de apostar em um projeto de governo que aponte para a liberdade religiosa, para a preservação da tradição que fundamenta nossa visão de mundo e para a possibilidade do novo, algo que rompa com esse histórico vergonhoso de crimes contra o patrimônio público.
Ao cristão não cabe impor seus valores, apenas comunicá-los e defendê-los. A ação de persuasão é do próprio Deus. Mas vale mencionar a incoerência para um discípulo de Jesus de apoiar partidos sustentados pela doutrina marxista-socialista-comunista ou trabalhar para candidatos cujas flâmulas mancham os céus com a defesa do aborto, da ideologia de gênero, da liberação da maconha, da desconstrução da família tradicional e do fomento ao ateísmo. O marxismo e o cristianismo são autoexcludentes, nas palavras de Augustus Nicodemos “são água e óleo”, pois enquanto um está fundamentado exclusivamente na graça de Jesus, o outro promove uma revolução antropocêntrica pela luta de classes e até pela guerra sangrenta. Paulo já exortava: “Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo” (Cl 2.8).
No contexto que vivemos, o que é existe é uma guerra ideológica de partidos esquerdistas contra um candidato conservador de direita. E diante de um quadro tão polarizado, não seria inteligente optar por um nome que está fora do páreo e desperdiçar a esperança de experimentar algo diferente neste país.
Dada essa conjuntura, como cidadão, opto por votar em Jair Messias Bolsonaro. Não porque seja o ideal, mas porque combate bandeiras que a Igreja de Cristo rechaça e defende valores pelos quais zelo. Como disse, é uma aposta, posso perdê-la e posteriormente combatê-la ou desfrutá-la e honrá-la. E não me atemorizo, pois a minha fonte de vida e satisfação não está em homem algum, mas em Cristo Jesus, o meu Rei, o Nome sobre todo nome. O que não posso, consciente de tudo isso, é continuar votando (como fiz em anos anteriores) em partidos e candidatos com histórico indubitável de corrupção, fracasso na gestão e incontestável degradação de valores que creio, vivo e defendo. Espero em Deus que o nosso Brasil prospere e que o Seu povo viva em paz. Se isso não acontecer, quero ter a leveza na consciência de que busquei não ser cúmplice de obras infrutíferas das trevas, antes, reprovei-as mediante o meu voto (Ef. 5.11).

Alex Gadelha, cristão, cidadão livre, em um país ainda democrático.

2 de janeiro de 2016

O Cristo e o espírito natalino


Ao invés de uma árvore, uma manjedoura.
Não um gorro, mas uma coroa de espinhos.
Ele não possuiu um casaco vermelho contra o frio.
Cobriram-no com um manto de escárnio e sangue.      

Panetones, nozes e chesters não estiveram sobre sua mesa.
Apenas pão e vinho. “Corpo e sangue entregue por vós”.
Gravatas, barbeadores e brinquedos?
Orações, sabedoria e amor.

Não um velhinho gordo e barbudo.
Um jovem com o corpo moído e rosto desfigurado.
Enquanto muitas renas puxam um trenó,
Ele sozinho arrasta o madeiro, até a ajuda de um cireneu.

Nada de ostentação que acumula dívidas.
Salvação, perdão de pecados que gera paz.
O saco cheio de presentes, alegria efêmera.
Mãos e pés divinos perfurados, graça para a eternidade.

Ah! espirito natalino! Tão temporário e estéril, performático.
Oh! Espírito Santo! Permanente e frutífero de vida na fé.
No fim não se ouviu gargalhadas.
Mas um clamor: Pai! Perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem.

E quando as luzes de dezembro se apagarem,
O vento noéltico passará.
E quando os sinais se cumprirem,
O Cristo ressurreto voltará. 

22 de junho de 2015

Aprender a adorar no Livro do Apocalipse

Estudar os louvores e a adoração no Apocalipse de João permite visualizar como acontece o serviço dos santos anjos nos Céus e vislumbrar alguns momentos futuros de como adoraremos diante do Trono de Deus. O tratamento que os quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos dão ao Cordeiro de Deus em nada assemelha-se ao que cantores gospels e muitos grupos de louvor fazem nos cultos. O temor diante de Deus demonstrado no prostrar do rosto em terra, e os temas dos cânticos sempre exaltando os atributos e os feitos de Deus, fazem-nos perceber como estamos distantes do padrão dos Céus.

Infelizmente, nas músicas que ocupam o topo da parada gospel, as letras apontam para um Deus que parece implorar ao homem que permita-o fazê-lo feliz. O Criador é desenhado como subalterno à criatura. Este tipo de cosmovisão forma pessoas ambiciosas e alimenta a ignorância quanto ao caráter de Deus. E ignorância quanto a quem Deus é, destrói um povo.

O mercado da música gospel com suas extravagâncias, excentricidades e heresias também tem engolido muitos ministérios de louvor, distraído as pessoas da verdade e desfocado o para quem devemos cantar, o para quem é o culto. Na revelação dada por Deus a João, Cristo é o Rei e Soberano sobre tudo e todos. É Ele quem é digno de receber glória, honra e poder dos homens e não o contrário. Ou seja, o culto revelado no Apocalipse é cristocêntrico, oferecido somente a Deus na Pessoa do Cordeiro. Já o culto da religiosidade gospel é antropocêntrico, tem como propósito maior o agradar aos visitantes dos templos e aos associados que, especialmente aos domingos à noite, consomem produtos como boa música, refinada oratória, catarse emocional e até show nos moldes de uma stand up comedy.

Voltemos ao Evangelho presente na revelação apocalíptica, cultuemos a Deus cantando os seus atributos com temor, tremor e alegria, fazendo tudo para glória do Seu Nome e nunca para suprir expectativas de homens que buscam um lugar apenas para se sentirem bem consigo mesmos, mas não com Deus.
Pr. Alex Gadelha

31 de dezembro de 2014

Viver o novo em Cristo


A novidade precisa acontecer para nos sentirmos vivos. Não que devamos nos entregar a uma filosofia hedonista que conduz à morte pela lascívia dos olhos, da boca, do corpo. Nem tampouco desprezar rotinas que são recursos existenciais para combatero despropósito na vida. Entretanto, precisamos sair do cercado construído pelas expectativas dos outros, especialmente dos que se acostumaram à mediocridade de uma vida sem convicções, sem causas, sem reflexão, sem interesse por quem está tão próximo e principalmente por Aquele que nos trouxe até aqui.

Jesus foi exemplo de uma vida em novidade. Sua história mostra obediência a Deus e também às autoridades constituídas. Ele também seguiu padrões da cultura, falou a língua nativa, praticou os costumes e até cumpriu rituais religiosos. Mas onde estava o novo, o diferente? Estava na sua mensagem e principalmente na sua maneira de conviver com as pessoas. Conviver é a palavra-chave para entender os seus ensinos, pois compartilhou vida com os outros, doou-se até o último suspiro na cruz, um ato que ainda repercute no coração de seus adoradores. Cristo se fez próximo a pessoas feitas distantes, rompeu preconceitos sem negociar a verdade, não se adaptou ao conveniente, rejeitou a glória humana para tocar em pessoas consideradas “subgentes”, excluídas, discriminadas, rejeitadas.

O novo messiânico estava em um mensagem que falava do poder do perdão e da fraqueza do orgulho; da eficácia do partir o pão em detrimento do entesourar para si mesmo; da força reacionária do não revidar; na espada cortante e transformadora da verdade dita com brandura. A sua novidade estava no amor. Não um amor cego ou romântico, conivente nem possessivo, antes, firmado na compaixão e na misericórdia, aliançado com o entendimento e na justiça que condena a dureza de coração e exalta a conversão, a mudança de rumo como expressão de gratidão a quem nos deu a vida.

Jesus nos chama a sair da famosa zona de conforto para aproximar-se das pessoas com cuidado, respeito e verdade. Ele mostrou o melhor que podemos fazer. Por isso, imitar a Cristo torna a vida dinâmica, preenche-a com situações de aprendizagens que se acumulam, se refazem no tempo, no espaço e fortalecem a alma, o ser, a personalidade e, sobretudo, a fé em Deus.

Cristo deixou claro que o melhor da vida é doar vida. Olhar as pessoas, ser sensível às suas necessidades, ao invés de observar a sua utilidade. Entender a humanidade como imagem e semelhança de Deus, como seres desejados pelo Criador, o qual sempre toma a iniciativa para dar-lhes uma vida melhor. Não melhor em termos mundanos, mas espirituais. Isso significa paz com Deus, segurança de vida eterna, humildade para servir, poder para praticar o bem, sabedoria para tomar decisões, força para resistir aos impropérios do mundo, recursos para amar conforme a fonte mais pura. Viver em novidade é amar como Jesus ama.

O novo em Cristo também implica em negar as velhas essências, ou aquilo que teima pela permanência das coisas como estão e pela continuação em sermos egoístas, vaidosos, gananciosos, presunçosos, ingratos, mais amigos dos prazeres do que de Deus. É preciso nascer de novo, do novo para o novo, refazer o propósito da existência, entendê-la e percorrê-la com os pés de Cristo, como uma peregrinação, um êxodo que nos conduzirá à Canaã Celeste. Até lá, frutos de alegria e graça, paz e paciência, bondade e benevolência, fidelidade, mansidão e domínio próprio devem ser produzidos e compartilhados pelos regenerados na fé no Libertador prometido, já vindo e mais uma vez esperado.


Pr. Alex Gadelha

14 de setembro de 2014

EU E MINHA CASA SERVIREMOS A DEUS


Js. 24:1-28

O povo de Israel sofreu quatrocentos anos de escravidão no Egito. Homens, mulheres e crianças sobreviveram à custa do duro trabalho em uma terra de língua, cultura e espiritualidade estranhas. Mas para um povo rebelde quatro séculos são muito tempo para resistir a influências externas. Os israelitas se acostumaram ao Egito, inclusive a venerar os deuses da religião de seus algozes. Para discipliná-los como nação e purificá-los da idolatria egípcia, Deus os fez peregrinar durante quarenta anos no deserto. Dos 600 mil homens que deixaram o Egito (além das mulheres e crianças), apenas Josué e Calebe junto à geração nascida no deserto chegaram à terra prometida, a Canaã. Com o poder do Senhor, eles venceram os povos que ocupavam a terra prometida a Abraão e à sua descendência. Depois de demarcar a propriedade de cada uma das doze tribos, Josué, já velho, reuniu em Siquém todas as tribos de Israel. Chamou os conselheiros, os líderes, os juízes e os oficiais para ouvirem a última mensagem de Deus pela sua boca. O profeta lembrou-lhes os feitos do Senhor a favor do seu povo, advertiu-os sobre os perigos de deixá-lo e propôs uma escolha, mostrando-lhes que a resolução dele e de sua família estava firmada: continuariam servindo ao Senhor. O povo acompanhou a resolução de Josué enquanto esteve vivo e serviu a Deus durante o tempo em que os anciãos preservaram a memória dos feitos do Senhor.
 A reflexão sobre a postura de Josué produz ensinamentos preciosos para nós e nossa família.

1º ENSINAMENTO: Servir a Deus não é um acontecimento natural, mas o resultado de uma decisão íntima no coração.

“Mas, se vos parece mal o servirdes ao Senhor, escolhei hoje a quem haveis de servir; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do Rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais.” (v. 15).

Ninguém nasce servindo a Deus, mas, pelo contrário, a natureza humana inclina-se para o pecado. Assim, crer e obedecer a Deus implica em consciência, renúncia, humildade e disposição. E como toda decisão, a de pertencer ao Senhor traz responsabilidades e confrontos com nós mesmos e com o mundo que não O conhece.

2º ENSINAMENTO: Os pais são os líderes do seu lar.

“Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (v. 15c).

- A decisão começou com Josué, depois se estendeu a todos de sua casa. Deus pôs o homem como responsável do lar, por isso, quando há ausência ou negação de sua autoridade, há desequilíbrio nas relações internas. O pai é o primeiro exemplo de homem, de marido e de pai que os filhos têm.
- A mãe como auxiliadora idônea é fundamental para uma família saudável e próspera. É ela quem deve ensinar às filhas a serem boas esposas, mães e mulheres de verdade. Ela é modelo de mulher também para seus filhos homens.
- Enquanto os pais são os mestres, os filhos são os aprendizes. Eles aprendem pelo exemplo. Os pais prestarão contas a Deus pela educação que deram aos seus filhos.

3º ENSINAMENTO: A decisão de servir a Deus não pode ser protelada.

“Mas, se vos parece mal o servirdes ao Senhor, escolhei HOJE a quem haveis de servir” (v. 15a).

Enquanto retardamos a escolha de andar nos caminhos de Deus surgem atalhos, vícios e sabotadores da família (adultério, pornografia, drogas, falsas religiões, vãs filosofias, avareza) que levam para mais longe dEle.



4º ENSINAMENTO: Para servir a Deus é necessária a renúncia de crenças, tradições e costumes que estão em desacordo com a vontade revelada de Deus.  

“Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com SINCERIDADE e com VERDADE; deitai fora os deuses a que serviram vossos pais dalém do Rio, e no Egito, e servi ao Senhor.” (v. 13).

Muitas tradições que herdamos de nossos pais são contrárias à Palavra de Deus. E esta Palavra é quem possui maior autoridade espiritual para guiar nossas decisões.

5º ENSINAMENTO: A relação com Deus deve ser firmada com uma aliança.

“Josué, pois, disse ao povo: Sois testemunhas contra vós mesmos e que escolhestes ao Senhor para o servir. Responderam eles: Somos testemunhas. Agora, pois, - disse Josué - deitai fora os deuses estranhos que há no meio de vós, e inclinai o vosso coração ao Senhor Deus de Israel. Disse o povo a Josué: Serviremos ao Senhor nosso Deus, e obedeceremos à sua voz. Assim fez Josué naquele dia um pacto com o povo, e lhe deu leis e ordenanças em Siquem”. (vs.22 a 25).

Após questionar o povo e ouvir sua resposta de escolher a Deus, Josué firmou aliança com o povo e ergueu um memorial para que os israelitas não esquecessem o compromisso com o Senhor. Quando fazemos uma aliança entre nós, a nossa família e Deus, a presença do Senhor se fará presente em nossos lares até o fim de nossas vidas e sobre todas as gerações que perpetuarem em obediência a esta aliança. Mas, quando quebramos nossa palavra com o Senhor, recaem consequências de dor, sofrimento e condenação sobre nós.

FAZENDO A ESCOLHA CERTA

1. Hoje você tem a oportunidade de escolher servir a Deus e influenciar sua família a fazer o mesmo. Não há como ficar neutro.
2. Escolhendo servir a Deus, você encontrará dificuldades, mas também receberá do Alto poder para testemunhar e iluminar as pessoas com a luz do Evangelho.
3. Existem escolhas que não podem ser proteladas. Não escolher a Cristo como Senhor e Salvador trará condenação eterna.
4. A aliança que o Senhor quer fazer conosco produzirá frutos de arrependimento e novidade de vida.
5. Quando estamos sob a aliança do Senhor abençoamos toda a nossa casa.


Pr. Alex Gadelha

Pesquisar este blog


Conselhos no Twitter