Celebramos Tudo sobre Cristo




              É quase unanimidade: Jesus não nasceu em 25 de dezembro. E se atentamos para a história, descobriremos que muitos símbolos e ritos natalinos foram incorporados pelo catolicismo romano de tradições religiosas pagãs e sincréticas. Pinheiros, guirlandas, luzes e banquetes tem origem em festas folclóricas e cultos germânicos, celtas, politeísmo romano e de povos europeus. Essas culturas veneravam deuses associados à fertilidade com rituais que incluíam danças, orações, fogueiras e oferendas de carnes, doces e bebidas. Ao longo do tempo a data tem desvanecido o sentido religioso e se tornado estratégia de marketing, propagandeando troca de presentes e grandes encontros regados a comes e bebes. Criaram até um garoto propaganda, um ídolo chamado Papai Noel, exaltado no imaginário das crianças como aquele que secretamente doa presentes na noite de Natal.

Contra todo sincretismo e apelo mercadológico, ainda existem os que celebram o Natal de Cristo. E não há nada de errado em fazer isso, porque tudo o que diz respeito a Jesus é digno de ser celebrado. O seu nascimento revela a grande verdade de que Deus se tornou homem, encarnou-se em Belém com um coral de anjos, magos do oriente e pastores como testemunhas. Naquela manjedoura estava o prometido nos escritos proféticos, a concretização de todas as promessas anunciadas por homens piedosos, bem como por eventos e acontecimentos que figuravam a missão do Filho de Deus. Todos os eventos de sua vida, todas as suas palavras e todos os seus atos não apenas merecem, mas precisam ser proclamados, a fim de fazer sua Pessoa, sua missão e seus ensinamentos conhecidos e vividos por todos os povos.

Jesus não é apenas digno de ser lembrado, mas também de ser adorado. É isso que importa. Nesse sentido, o serviço que cabe aos cristãos é o de fazer convergir para Ele toda a glória que somente a Ele pertence. Portanto, aproveitemos a data para examinar as Escrituras e comunicar a grandeza do Cristo prometido, com o fim de exaltar a Sua Divindade e possibilitar o desfrute do Seu imensurável amor.

“Naquele dia um homem chamado Simeão, morador de Jerusalém, estava no templo. Era ele um homem bom, muito devoto, cheio do Espírito Santo, e vivia esperando, que o Messias viesse em breve. Pois o Espírito Santo lhe havia revelado que ele não morreria enquanto não visse o Cristo prometido por Deus. O Espírito Santo o impulsionou a ir ao templo naquele dia; então, quando Maria e José chegaram para apresentar o menino Jesus ao Senhor, em obediência à lei, Simeão estava lá e tomou a Criança nos braços, louvando a Deus.

 "Senhor", disse ele "agora eu posso morrer em paz! Pois eu vi como o Senhor me prometeu que eu veria. Eu vi o Salvador que o Senhor prometeu dar ao mundo. “Ele é a Luz que dará iluminação espiritual às nações, e será a glória do meu povo Israel".

José e Maria, parados ali junto, admiravam-se do que se dizia a respeito de Jesus. Simeão os abençoou, mas disse depois a Maria: "Uma espada atravessará a sua alma, porque esta Criança será rejeitada por muitos em Israel, e isto para própria destruição deles. Ele será motivo de contradição, mas uma grande alegria para outros. E os pensamentos mais profundos de muitos corações serão revelados. "

 

Evangelho de Lucas, capítulo 2, versos de 25 a 35.

                 

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