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26 de dezembro de 2010

O que foi 2010 e como será 2011?


                Parece que todo ser humano tem impregnado em si uma doença que rouba a alegria, a paz e a esperança. Essa peste ataca muitos corações e suga a força necessária para viver bem neste mundo mal. Estou falando do pecado da murmuração. Aquele sentimento de insatisfação e descontentamento que matou milhares de israelitas no deserto (1ª Co. 10) e que pela boca de uma mulher rixosa incitou o justo Jó a amaldiçoar a Deus (Jó 2:9).
Se para o poeta inglês Willian Shakespeare o ciúme tem os olhos verdes, para mim a murmuração tem semblante rijo, vista curta e olhos vermelhos de raiva, de pessimismo e de tristeza. A murmuração contraria a fé. O murmurador não consegue crer que Deus está no controle e por isso fatalmente visualiza apenas a tempestade. Não percebe que após a tormenta o chão fica molhado, as aves cantam e o clima fica ameno. Quando os ventos, os raios e os trovões passam, um tempo de calmaria se estabelece. É uma boa oportunidade para reconstruir o que foi destruído com uma melhor qualidade.
                Assim como todos os anos, 2010 foi um ano de temporais, brisas e bonança. Pessoas novas entraram em nossas vidas, outras foram e voltaram, alguns permanecem distantes e muitos (a maioria) mantém-se firmes na Rocha. Temos razões suficientes para celebrar e mesmo que não tivéssemos somos devedores de louvor e gratidão a Deus, pois apesar de quem somos Ele nos ama e trabalha para que sejamos melhores.
Em 2010, o Senhor nos deu o prazer de testemunharmos casamentos, conquistas profissionais, avanços na vida escolar, prosperidade material e outros fatos que são pequenos em relação ao que realmente importa. E o que realmente importa? A perseverança no Senhor, a comunhão com a Igreja, a salvação de pessoas, a mudança de mentalidade e de atitudes - o amadurecimento espiritual, a intensidade do amor, a promoção da glória do nome de Jesus por meio de nossas vidas. “O essencial é invisível aos olhos” dizia Saint Exupéry. E o nosso Mestre exortou a buscar em primeiro lugar o Seu Reino e a Sua Justiça, sabendo que o necessário seria provido por Deus.
E o que nos aguarda o futuro? Dores, conflitos, perdas, desafios e decepções. Também alívio, paz, conquistas, vitórias e alegrias. A vida é plena de paradoxos, de experiências e sentimentos que se alternam entre o prazer e a dor, a alegria e a tristeza. O que temos de fazer então? Agradecer. Sim, agradecer todas as coisas, conscientes de que uma experiência maior aguarda àqueles que amam a Deus com a mente e o coração. Enquanto estivermos aqui gemeremos nesse corpo corruptível, mas a esperança de que o melhor de Deus ainda estar por vir alimenta a nossa alma e é antídoto para a murmuração.
2011 será um ano de despedidas e de boas vindas. Pessoas que amamos irão partir, mas outras chegarão e tocarão o nosso coração. E neste vai e vem da existência experimentaremos saudades e surpresas, choro e risos, perdas e conquistas. E mesmo estando no olho do furacão da vida, Deus, o nosso Deus, continuará conosco por mais um ano ou talvez estaremos todos assentados à Sua mesa, celebrando nos céus as Bodas do Cordeiro.

Alex Gadelha

1 comentários:

Anna Christina disse...

POis é pastor, nesse ano q passou, aconteceram coisas q dizia jamais fazer...(coisas q, p algumas pessoas, nao passam d besteiras, mas q p mim, de alguma forma, se tornaram frustrantes, por nao fazerem parte d meus planos), porém, nesse mesmo ano,experimentei, (e ainda estou experimentando) um aprendizado novo, q é o q significa na prática o verso: todas as coisas cooperam p o nosso bem. E como em cada novo ano, sempre fazemos planos, novas promessas, fiz justamente o contrario, ate comentei em meu orkut, rsrs, q em 2011 nao fiz nada disso, apenas fiquei com a Palavra q diz q o q vier, cooperará p o meu bem. Saudações em Cristo!


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